Blast from the past

Dia do Trabalhador, Alameda, 1 de Maio de 2008.

Faz um ano, por volta desta altura, que comprei a câmera e comecei a fotografar, levam aqui umas mesmo antigas desse tempo em que sai a anhalas para as manifs de Abril e de 1º de Maio, para ver como é que a coisa funcionava.

Manif Anti-Autoritária, Rua Augusta, 25 de Abril de 2008.

Manif Anti-Autoritária, Terreiro do Paço, 25 de Abril de 2008.

Nada a ver, Putos a brincar com os fardos de palha da delimitação da pista do downhill de Alfama, 2008. O Martinho tem as suas versões desta também.
Muito giro.
Abracinhos.

?



Trailer-trash Sofia :)

Pescador na Praia da Riviera, Costa da Caparica. Terça-feira, 30 de Março 2009.

Há dias de sorte...


Desenho de Luz




O Almoço tardava em não vir...








Dazkarieh

Joana Negrão
Dazkarieh


Para quem quer ouvir um som diferente pode ir aqui.


O Cão.


Quinta das Conchas, 9.30, Telemóvel.


Stairway to Heaven





"And as we wind on down the road
Our shadows taller than our soul.
There walks a lady we all know
Who shines white light and wants to show
How everything still turns to gold.
And if you listen very hard
The tune will come to you at last.
When all are one and one is all
To be a rock and not to roll."


Led Zeppelin

Moda Lisboa 09






Man, Photographer, Artist, Legend.

À melhor do mundo.

A mulher que tinha uma TV no lugar da cabeça.

Alentejo, hoje às 17 horas, 41 minutos e 24 segundos.











Verdade ou mentira?


O álcool não aquece
– o álcool faz com que o sangue se desloque do interior do organismo para a superfície da pele, provocando sensação de calor. Mas este movimento do sangue provoca uma perda de calor interno, já que o sangue se encontra a uma temperatura que ronda os 37º e que é quase sempre superior à temperatura ambiente. Quando o sangue regressa ao coração há necessidade de o organismo despender energia no restabelecimento da sua temperatura.

O álcool não mata a sede – a sensação de sede significa necessidade de água no organismo. As bebidas alcoólicas não satisfazem esta falta, provocando, ainda, a perda através da urina, da água que existe no organismo, o que vai aumentar a carência de água, e, portanto a sede.

O álcool não dá força – o álcool tem um efeito estimulante e anestesiante, que disfarça o cansaço provocado pelo trabalho físico ou intelectual intenso, dando a ilusão de voltarem as forças. Mas depois o cansaço é a dobrar, porque o organismo vai gastar ainda mais energias para "queimar" o álcool no fígado.


O álcool não ajuda a digestão e não abre o apetite
– o álcool faz com que os movimentos do estômago sejam muito mais rápidos e os alimentos passem precocemente para o intestino sem estarem devidamente digeridos, dando a sensação de estômago vazio. O resultado é a falta de apetite e o aparecimento de gastrites e de úlceras.

O álcool não é um alimento – o álcool não tem valor nutritivo porque produz calorias inúteis para os músculos e não serve para o funcionamento das células. Contrariamente aos verdadeiros alimentos, ele não ajuda na edificação, construção e reconstrução do organismo.

O álcool não é um medicamento – é exactamente o contrário porque provoca apenas excitação e anestesia passageiras que podem esconder, durante algum tempo, dores ou sensação de mal-estar, acabando por ter consequências ainda mais graves.

O álcool não facilita as relações sociais – o álcool em quantidades moderadas tem um efeito desinibidor que parece facilitar a convivência. Mas trata-se de uma ilusão, porque nem sempre é possível controlar os consumos nesse ponto e porque a relação com os outros se torna pouco profunda e artificial.


A mim cheira-me a mentira...


Sábado à tarde, Carnaval de Torres Vedras...de dia.

Música: Picture Window de Thomas Newman